Conheça os benefícios da medicina integrativa para oncologia

A eficácia da medicina integrativa combinada com as terapias convencionais está baseada em evidências. Ainda que a abordagem complementar se concentra na qualidade de vida do indivíduo e que, para decidir qual a terapia mais eficiente para o paciente, é preciso entender também o impacto clínico do tratamento na vida daquela pessoa.  “Educação nutricional e atividade física durante a quimioterapia, por exemplo, oferecem mais qualidade de vida para os pacientes”, destaca Dra. Joana Iarocrinski.

Esse movimento de integração é mundial e muito forte no meio acadêmico. No EUA quase todas as universidades têm centros de medicina integrativa, que combinam fitoterápicos, massagem, exercícios físicos, acupuntura, entre outras modalidades. Na Europa, práticas como a psico-oncologia, acompanhamento nutricional e a terapia artística também vêm sendo utilizadas pelos centros de oncologia.

Em números, a medicina integrativa também é bastante expressiva, utilizada em 60 países, sendo que oito deles contam com um total de 28 hospitais especializados que trabalham integrados ao ambiente convencional de tratamento.

Dra. Joana Iarocrinski também desta a importância do esporte dentro da medicina integrativa. “A atividade física é muito importante. A prática de caminhadas durante o tratamento pode reduzir o risco de mortalidade associada ao câncer de mama, por exemplo. E, diferente do que se acreditava antigamente, atividade física não aumenta a chance de metástase. O exercício físico é um recurso salutar para promover a saúde e fortalecer as condições físicas e psicológicas. ”

O equilíbrio é a chave de tudo porque os efeitos colaterais do tratamento podem limitar a capacidade do indivíduo de praticar exercícios. “O objetivo é tornar as pessoas mais ativas por meia hora diária, mesmo com as suas limitações físicas. A mudança do estilo de vida realmente provoca uma melhora física”, ressalta.

Dra. Joana Iarocrinski,  enfatiza a importância da qualidade de vida e o impacto que ela tem durante o tratamento de quem tem câncer. “O objetivo da terapia convencional é eliminar a doença, já as terapias alternativas intensificam o processo de cura. Quanto mais grave a doença, mais é preciso buscar essas terapias que visam aumentar a qualidade de vida”.

Nosso objetivo é sempre aumentar a sobrevida dos pacientes. Os cuidados paliativos são oferecidos para que o paciente possa se desenvolver como pessoa durante a doença e não devem ser encarados como uma pré-morte. Por isso a medicina integrativa sugere começar precocemente a pensar na qualidade de vida do paciente e não na fase final da doença.

O grande desafio para os médicos é como combinar e tentar ter o melhor de ambas terapias com foco na melhor qualidade de vida do paciente. “Precisamos ver o paciente pelas duas perspectivas e unir o melhor de cada nível: tratamento físico, mental, emocional e espiritual”.

 

Entenda como a medicina integrativa trata do assunto e pode melhorar sua qualidade de vida.

Agende sua Consulta Tel.: 41 3408 0362
Dra. Joana Iarocrinski
CRM-PR 29397